PLAQUINHA DE HOJE - 14-01-09
69 membros de uma família moram na mesma rua no Reino Unido
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Noivos chegam de trenó para casamento em igreja de gelo
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Conta Outra
Ladrão saiu de tribunal e «levou» carro do presidente da junta
Um autarca de Paredes de Coura insurgiu-se esta sexta-feira contra a decisão do tribunal local de mandar em liberdade um «profissional de furtos de carros», que a primeira coisa que fez mal saiu do edifício foi roubar-lhe o carro.
«A polícia levou-o ao tribunal pelo furto de um carro no Gerês. No final, a juíza mandou-o embora, dizendo-lhe para lá voltar dali a 15 dias. Ele parece que logo disse que precisava de um "coche" para andar. E, mal saiu, viu o meu a jeito e levou-o», contou, à Lusa, o presidente da Junta de Freguesia de Resende.
António Gonçalves classificou de «absurda» a decisão do tribunal de mandar o homem em liberdade, tendo em conta que se trata de «um profissional de furtos de carros, quer em Portugal quer em Espanha e França».
«Às vezes, os tribunais mandam prender uma pessoa que leva um perfume de um supermercado. Outras vezes, deixam à solta pessoas como esta. E depois é o que se vê. É a justiça que temos», acrescentou.
O carro do autarca viria a ser encontrado «atolado» em Vila Nova de Cerveira, com alguns riscos na pintura e uma porta danificada.
«Para o arranjar são precisos uns 300 a 400 euros. E agora, mando a conta para o tribunal que mandou o homem em liberdade?», ironizou António Gonçalves.
Novo roubo
Em Vila Nova de Cerveira, o larápio pediu ajuda a um popular para remover o carro que tinha furtado a António Gonçalves e acabou por fugir com a viatura do solícito «ajudante».
Na madrugada de quinta-feira, a Polícia Marítima de Caminha apanhou-o em flagrante a tentar furtar um barco, no portinho de Vila Praia de Âncora, deteve-o e conduziu-o novamente a tribunal, que desta vez lhe aplicou prisão preventiva.
O indivíduo, de naturalidade marroquina e de 45 anos, tem antecedentes criminais em Espanha e França, por furtos e roubos.
«A polícia levou-o ao tribunal pelo furto de um carro no Gerês. No final, a juíza mandou-o embora, dizendo-lhe para lá voltar dali a 15 dias. Ele parece que logo disse que precisava de um "coche" para andar. E, mal saiu, viu o meu a jeito e levou-o», contou, à Lusa, o presidente da Junta de Freguesia de Resende.
António Gonçalves classificou de «absurda» a decisão do tribunal de mandar o homem em liberdade, tendo em conta que se trata de «um profissional de furtos de carros, quer em Portugal quer em Espanha e França».
«Às vezes, os tribunais mandam prender uma pessoa que leva um perfume de um supermercado. Outras vezes, deixam à solta pessoas como esta. E depois é o que se vê. É a justiça que temos», acrescentou.
O carro do autarca viria a ser encontrado «atolado» em Vila Nova de Cerveira, com alguns riscos na pintura e uma porta danificada.
«Para o arranjar são precisos uns 300 a 400 euros. E agora, mando a conta para o tribunal que mandou o homem em liberdade?», ironizou António Gonçalves.
Novo roubo
Em Vila Nova de Cerveira, o larápio pediu ajuda a um popular para remover o carro que tinha furtado a António Gonçalves e acabou por fugir com a viatura do solícito «ajudante».
Na madrugada de quinta-feira, a Polícia Marítima de Caminha apanhou-o em flagrante a tentar furtar um barco, no portinho de Vila Praia de Âncora, deteve-o e conduziu-o novamente a tribunal, que desta vez lhe aplicou prisão preventiva.
O indivíduo, de naturalidade marroquina e de 45 anos, tem antecedentes criminais em Espanha e França, por furtos e roubos.
Portugal Diário
Governo pede aos mexicanos para engolirem os chicletes
O México está decidido a resolver o problemas das chicletes nos passeios das cidades. Para além de ter comprado sofisticados sistemas de limpeza à base de vapor e detergentes químicos que dissolvem a goma, o governo pede aos mexicanos para engolirem as chicletes.
Para se perceber a dimensão do «problema», basta referir que, segundo o jornal Globo, cada metro quadrado dos passeios da capital do país contém, em média, 70 chicletes usados.
O responsável pela conservação dos espaços públicos da Cidade do México, Ricardo Jaral, lamenta que os resíduos de goma tirem o brilho das calçadas e da praça principal do centro histórico da capital.
Perante isto o governo local decidiu lançar uma campanha de sensibilização. «Quando terminar de mastigar a chiclete, o usuário deve envolvê-la num papel e colocá-la no lixo. É a única opção que existe, caso contrário deve engoli-lo», disse. «Eu sempre engoli as chicletes e nunca me fez nada».
Para se perceber a dimensão do «problema», basta referir que, segundo o jornal Globo, cada metro quadrado dos passeios da capital do país contém, em média, 70 chicletes usados.
O responsável pela conservação dos espaços públicos da Cidade do México, Ricardo Jaral, lamenta que os resíduos de goma tirem o brilho das calçadas e da praça principal do centro histórico da capital.
Perante isto o governo local decidiu lançar uma campanha de sensibilização. «Quando terminar de mastigar a chiclete, o usuário deve envolvê-la num papel e colocá-la no lixo. É a única opção que existe, caso contrário deve engoli-lo», disse. «Eu sempre engoli as chicletes e nunca me fez nada».
Portugal Diário
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