ENTRESSEIO

s.m. 1-vão, cavidade, depressão. 2-espaço ou intervalo entre duas elevações. HUMOR, CURIOSIDADES, UTILIDADES, INUTILIDADES, NOTÍCIAS SOBRE CONSERVAÇÃO E RESTAURO DE BENS CULTURAIS, AQUELA NOTÍCIA QUE INTERESSA A VOCÊ E NÃO ESTÁ NO JORNAL QUE VOCÊ COSTUMA LER, E NEM DÁ NA GLOBO. E PRINCIPALMENTE UM CHUTE NOS FUNDILHOS DE NOSSOS POLÍTICOS SAFADOS, SEMPRE QUE MERECEREM (E ESTÃO SEMPRE MERECENDO)

07 agosto, 2008

CULTURA

Presidente Lula será homenageado em livro de cordel no Rio
RIO - Nesta sexta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva estará no Rio para receber uma homenagem da Academia Brasileira de Literatura de Cordel (ABLC), no lançamento do livro Lula na literatura de cordel, de Crispiniano Neto (Editora Queima Bucha, RN).
O evento, que acontece a partir das 18h, no Centro Cultural Ação da Cidadania, na Zona Portuária do Rio, contará com a presença do governador Sérgio Cabral, além do presidente da ABLC, o poeta cearense Gonçalo Ferreira da Silva, e cordelistas de outros estados.
O livro é uma compilação de textos de diversos poetas populares do Nordeste, que contam a trajetória do presidente em versos de cordel. Entre os autores estão os norte-rio-grandenses Marcus Lucenna, diretor cultural da academia, e Crispiniano Neto, que toma posse nesse dia e é o organizador do livro.
- O presidente Lula fez a maior viagem que um nordestino retirante pode fazer: do pau-de-arara à presidência da República. O povo brasileiro, especialmente o povo nordestino, fez essa viagem junto com ele, e os poetas cordelistas registraram essa epopéia, que Crispiniano e a Editora Queima Bucha agora nos dão de presente. Este livro traz a essência do pensamento do povo, porque nos versos de um cordel é a voz do povo quem fala - afirma o poeta e cantador Marcus Lucenna.
Nascido em Santo Antonio do Salto da Onça, Crispiniano Neto é o terceiro poeta norte-rio-grandense a se tornar imortal. Ele irá ocupar a cadeira 26, que tem como patrono outro potiguar, o antropólogo e historiador Luís da Câmara Cascudo, considerado o maior folclorista brasileiro e o que mais escreveu sobre as origens da literatura de cordel.
Crispim, como é conhecido entre os amigos, exerce atualmente a função de diretor geral da Fundação José Augusto, cargo que corresponde a secretário de Cultura do Estado do Rio Grande do Norte. Tem 11 livros publicados, um CD e cerca de 150 folhetos de cordel, com mais de dois milhões de exemplares espalhados pelo Brasil e outros países. Escreveu 10 peças teatrais, entre elas Auto da Liberdade e Sanduíche de gente.
O Centro Cultural da Ação da Cidadania fica na Avenida Barão de Tefé, 75, Saúde.
JB Online
SÃO LUÍS eleita Capital da Cultura de 2009
A cidade de São Luís, no Maranhão, foi eleita, dia 30, como Capital Brasileira da Cultura 2009, concorrendo com as candidaturas apresentadas por Areia (Paraíba), Mariana (Minas Gerais), Montenegro (Rio Grande do Sul) e Senador Pompeu (Ceará). Esta é a quarta edição do concurso que elege uma cidade como Capital Brasileira da Cultura depois de Olinda (PE) em 2006, São João del-Rei (MG) em 2007 e Caxias do Sul (RS) em 2008.
São Luís situada na ilha de mesmo nome, é a única cidade brasileira fundada pelos franceses, que em 1612 construíram alí um forte e o nomearam São Luís, em homenagem à Luís IX patrono da França, e ao rei francês da época Luís XIII.
A cidade foi tombada pela UNESCO como Patrimônio cultural da Humanidade, em 1997. Possui um grande acervo arquitetônico com cerca de 3.500 prédios, distribuídos por mais de 220 hectares de centro histórico, sendo grande parte deles sobradões com mirantes, muitos revestidos com preciosos azulejos portugueses. O Bumba-meu-boi, o Tambor de Crioula, o Cacuriá e o Tambor de Mina, são as manifestações mais marcantes do folclore maranhense. Além de um rico artesanato São Luís oferece aos visitantes uma gastronomia exótica e muitos atrativos turísticos e ambientais com belas praias e o Parque Nacional dos Lençóis, paraíso ecológico com 155 mil hectares de dunas, rios lagoas e manguezais
“São Luís merece o título por ter apresentado uma candidatura consistente, amparada no rico patrimônio cultural material e imaterial que a cidade possui.” diz Mário Vendrell, Diretor Executivo da ONG CBC. “A Capital Brasileira da Cultura 2009 será uma grande oportunidade para que a cidade possa promover-se nacional e internacionalmente, mostrando todos seus atrativos culturais e turísticos. Esperamos que saiba aproveitá-la para que possa obter todos os benefícios que o título de capital cultural oferece” conclui Vendrell.
O projeto Capital Brasileira da Cultura tem o apoio do Ministério da Cultura, Ministério do Turismo, e do Bureau Internacional de Capitais Culturais. Os objetivos do projeto são: valorizar e promover o patrimônio histórico e cultural e ambiental brasileiro; contribuir para um maior conhecimento mútuo da identidade nacional e fomentar a auto-estima dos cidadãos através da promoção e divulgação das culturas regionais, além de criar um novo campo para o desenvolvimento do marketing cultural e do crescimento do turismo cultural no Brasil.
Brasilturis

Nippon: 100 Anos de Integração Brasil - Japão
Parte da cultura japonesa está representada na exposição Nippon: 100 anos de integração Brasil–Japão, que estará, a partir de hoje, no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB – SCES, Trecho 2 - Brasilia).
São cerca de 300 peças de arte japonesa que poderão ser vistas até o dia 12 de outubro, de terça a domingo, das 9h às 21h.
Estão programados eventos paralelos, como oficinas de origami, mangás, ikebana e pipas.
ComuniWeb - Brasilia
Biblioteca digital
Uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre, mas que está prestes a ser desativada por falta de acessos.
Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente:
· Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci ;
· escutar músicas em MP3 de alta qualidade;
· Ler obras de Machado de Assis
Ou a Divina Comédia;
· ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA
· e muito mais
Esse lugar existe!
O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso,basta acessar o site:
www.dominiopublico.gov.br
Só de literatura portuguesa são 732 obras!
Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acessos é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.
Recebido por e-mail
Rússia: Morte de Soljenitsyne é "perda irreparável" para cultura russa
Moscovo, 04 Ago (Lusa) A morte de Alexandre Soljenitsine é um golpe terrível e uma perda irreparável para a cultura russa, na opinião de Iúri Liubimov, conhecido encenador do Teatro Taganka de Moscovo.
"Soljenitsine foi o critério da nossa vida, ele foi o nosso Homero", disse.
Liubimov considera que "toda a biografia de Alexandre Issaevitch é uma prova da sua coragem extarordinária. Tendo passado por campos de concentração e provas terríveis, ele não perdeu a esperança e a fé numa melhor vida para a Rússia".
Soljenitsyne morreu hoje em Moscovo com 89 anos.
"É necessário declarar luto nacional. Para mim, Alexandre Soljenitsyne é uma figura de envergadura planetária. Trata-se de uma grande perda para a sociedade", declarou, por seu lado, Stanislav Govorukhin, realizador de cinema.
"Receio que a ideia do luto nacional não encontre apoio na sociedade moderna. Talvez seja necessário que passem vários anos para que a sociedade compreenda a verdadeira grandeza desse cidadão e escritor", acrescentou.
A direcção da Igreja Ortodoxa Russa ordenou a realização de serviços religiosos em todos os seus templos "pelo descanso da alma de Alexandre Soljenitsyne".
Na avaliação do padre Vladimir Viguilianski, porta-voz da Igreja Ortodoxa Russa, Soljenitsyne foi "uma grande personalidade e crente", que "possuía um pensamento religioso e as suas ideias sobre o homem e a sociedade tinham um carácter claramente religioso".
À família do escritor têm sido enviadas condolências também das mais diversas correntes políticas.
Serguei Mitrokhin, dirigente do Partido Iabloko (liberal), defende que o restabelecimento do estalinismo é impossível, principalmente graças à obra de Soljenitsyne.
"Soljenitsine - disse - não é apenas um grande escritor, mas também uma grande figura histórica, graças à qual milhões de pessoas souberam em que país viviam. As obras de Soljenitsyne derrubaram o estalinismo como ideologia reinante na antiga União Soviética e, não obstante a capacidade de resistência do estalinismo, será impossível a sua restauração no nosso país, graças também a Soljenitsine".
Guennadi Ziuganov, dirigente do Partido Comunista da Rússia, preferiu sublinhar que "os democratas reformadores dos anos 90 não deram ouvidos à opinião de Alexandre Soljenitsyne".
"Ele queria sinceramente - esclareceu - ver a Rússia forte e própspera, mas, na época das chamadas reformas democráticas, ele foi completamente desnecessário".
Soljenitsyne foi expulso do país e privado da cidadania da URSS em 1974.
Arseni Roguinski, director da Memorial, organização de defesa dos direitos humanos empenhada na reabilitação das vítimas do estalinismo, considera que este processo começou graças ao escritor russo.
"Para mim foi sempre importante a sua coragem de olhar para o passado, a compreensão de que sem a tomada de consciência das lições do passado, é impossível construir o futuro", frisou.
"Se se partir do velho princípio de que `o escritor é aquele cujos livros transformam a vida`, talvez Alexandre Soljenitsyne seja hoje o único grande escritor russo", escreve o diário electrónico gazeta.ru, que cita as seguintes palavras do escritor: "O mundo tentou compreender-me, mas acabou por não o conseguir".
RTP.pt
Cultura: Arpa promove III Festa da Sopa Paraguaia
Nesta sexta e sábado (08 e 09), a Arpa ( Associação Recreativa Paraguaia de Aquidauana) promove a III Festa da Sopa Paraguaia. O evento acontece a partir das 19h, na sede da organização. O secretário da associação, Walfrido Fiori Grance, informou ao site Anastácio Notícias que além da tradicional sopa paraguaia o público poderá degustar os mais variados pratos paraguaios e outras delícias.
A entrada será franca. Na sexta-feira acontecerá um festival de prêmios com cartelas por apenas R$ 5,00. O público também poderá conferir a apresentação musical do Grupo Los Impossíbles.
Anastácio Notícias




Arquivo Público do Estado de São Paulo completa um ano na Casa Civil
Há um ano o Arquivo Público do Estado de São Paulo deixou a Secretaria da Cultura e voltou a ser subordinado à Secretaria da Casa Civil. Hora de fazer um balanço
Aproximar o Arquivo Público do Estado das demais secretarias para estabelecer uma política de gestão de arquivos para todo o estado de São Paulo. Essa é a principal razão que explica por que o Arquivo está novamente vinculado à Secretaria da Casa Civil.
Tal mudança ocorreu na reestruturação da Secretaria da Casa Civil, oficializada em 18 de julho de 2007. De acordo com esta resolução, a partir daquela data, o Arquivo Público do Estado deixou de estar vinculado à Secretaria da Cultura para fazer parte dos quadros da Casa Civil, órgão de apoio direto ao Governador do Estado.
A posição de um arquivo público no organograma governamental não é um consenso. Tanto em São Paulo como em outros estados brasileiros, esta instituição esteve associada a diversas secretarias. Alguns estados, por exemplo, ainda mantêm o Arquivo Público ligado à Secretaria da Cultura; em outros, ele está subordinado à Secretaria de Estado da Administração.
Segundo o Professor Carlos Bacellar, Coordenador do Arquivo Público do Estado de São Paulo, isso ocorre porque os arquivos centrais sempre estiveram vinculados à preservação de documentos para a produção de conhecimento histórico, motivo que fez, em São Paulo, o Arquivo Público ficar vinculado à Secretaria de Cultura até o ano passado.
No entanto, o professor explica que a preservação de documentos é só uma das atribuições de um arquivo público. Antes disso, é realizado um árduo e longo trabalho que inclui a regulamentação da produção de papéis do Estado; a transferência de documentos de outras secretarias; a preservação, restauração e a organização arquivística do acervo e, finalmente, a disponibilização do documento à sociedade.
O professor acredita que estar subordinado à Casa Civil ressalta um papel administrativo essencial ao Arquivo: propor e implementar uma política estadual de gestão de documentos. A posição do Arquivo, junto à administração direta, ficou mais clara dentro da organização do Estado, destacando a sua função administrativa e gerencial.
Hoje, por exemplo, cada secretaria possui uma Comissão de Avaliação de Documentos de Arquivo. Trata-se de um grupo permanente e multidisciplinar, responsável, entre outros, pela seleção de documentos para eliminação e pela certificação da boa gestão documental, apontando as especificidades da secretaria neste assunto. Já o Arquivo Público deve fornecer orientação técnica sobre a gestão de documentos a estas comissões, além de determinar a transferência e o recolhimento de documentos com comprovado valor administrativo, histórico-legal ou histórico-cultural.
A mudança para a Secretaria da Casa Civil não deixará o Arquivo restrito a atividades administrativas, garante o professor. Além de fazer o gerenciamento interno da informação de caráter oficial, o Arquivo tem ampliado suas atividades nas áreas de preservação, difusão e ação educativa.
Em 2007, o Arquivo Público adquiriu novos equipamentos para microfilmagem e digitalização de documentos. O microfilme ainda é considerado a melhor forma de preservação de documentos, quando acondicionado corretamente. Além disso, ele é utilizado para a consulta pelos pesquisadores, preservando assim o documento original. Já a digitalização possibilita o acesso ao documento não só ao pesquisador que freqüenta o Arquivo, mas a qualquer pessoa com acesso à internet, ampliando a divulgação dos documentos.
A internet é uma importante ferramenta de exposição do acervo, além de facilitar a pesquisa de documentos e atrair novos visitantes ao Arquivo, acredita o Professor Lauro Ávila, Diretor do Departamento de Difusão e Preservação da Memória. Parte do acervo, assim como a nova versão da Revista Histórica, já está disponível no novo site do Arquivo. Já os núcleos de Difusão Editorial e Ação Educativa foram reativados neste ano. Na Difusão, foi retomada a parceria com a Imprensa Oficial, que inclui o lançamento de cinco publicações até o final de 2008. Na Ação Educativa, atividades bem sucedidas no passado foram retomadas e novos projetos estão sendo elaborados, como as visitas monitoradas ao Arquivo, as oficinas temáticas e os planos de estágios com alunos de História da PUC/SP e da UNESP.
Na organização do acervo, o Arquivo busca realizar parcerias com diversas instituições. É o caso de dois projetos recentemente aprovados junto ao Ministério da Justiça e ao BNDES. Reunidos, estes dois projetos representam a organização e preservação de cerca de 170mil páginas de documentos do século XIX. As parcerias garantem recursos para aquisição de equipamentos, contratação de pessoas e compra de materiais. É em função da organização do acervo que as demais atividades do Departamento são desenvolvidas. Caso contrário, o Arquivo seria apenas um estoque de documentos antigos ou um órgão destinado a juntar papéis para eliminação. Tratar um acervo significa organizar os documentos com o intuito de preservar a parte da memória da sociedade que está sob guarda do Arquivo, explica o professor.
O último ano também foi marcado por importantes definições para Arquivo Público do Estado. A Secretaria da Casa Civil aprovou a reorganização do organograma do Arquivo e autorizou a realização de um concurso público para completar o seu quadro funcional. Além disso, a instituição passará por uma reforma da sua estrutura física, que inclui a construção de um novo prédio. O início das obras está previsto para o final deste ano. Ao término da reforma, o Arquivo será capaz de abrigar cerca de 80km lineares de documentação, aumentando em aproximadamente onze vezes a sua capacidade atual.
A adequação das instalações e a chegada dos novos funcionários trazem novas perspectivas ao Arquivo, afirma o professor Carlos Bacellar. Resultam da compreensão do Estado acerca do tratamento arquivístico de documentos, um trabalho demorado, com resultados a médio e longo prazo. De acordo com o SAESP, Sistema de Arquivos do Estado de São Paulo, o Arquivo Público ainda deve recolher cerca de 180km lineares de documentação em todo o estado de São Paulo.
http://www.arquivoestado.sp.gov.br/
http://www.aber.org.br/

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