ENTRESSEIO

s.m. 1-vão, cavidade, depressão. 2-espaço ou intervalo entre duas elevações. HUMOR, CURIOSIDADES, UTILIDADES, INUTILIDADES, NOTÍCIAS SOBRE CONSERVAÇÃO E RESTAURO DE BENS CULTURAIS, AQUELA NOTÍCIA QUE INTERESSA A VOCÊ E NÃO ESTÁ NO JORNAL QUE VOCÊ COSTUMA LER, E NEM DÁ NA GLOBO. E PRINCIPALMENTE UM CHUTE NOS FUNDILHOS DE NOSSOS POLÍTICOS SAFADOS, SEMPRE QUE MERECEREM (E ESTÃO SEMPRE MERECENDO)

07 julho, 2008

COMO RETIRAR AS SACOLAS PLÁSTICAS DO DIA-A-DIA

Neste artigo vou focar a questão que envolve o uso de sacolas plásticas, seu descarte, o impacto sobre o meio ambiente e as possibilidades de desenvolvimento de políticas públicas que incentivem a adoção de alternativas eficazes do ponto de vista ecológico.
Uma pesquisa que acaba de ser realizada na Inglaterra demonstra que uma família inglesa utiliza em média 800 sacolas por ano. A média por consumidor é de 260 sacolas plásticas por ano. O dado mais surpreendente, entretanto, foi o de que as sacolas são utilizadas em média por apenas 20 minutos antes de serem jogadas fora.
Pode até ser que a realidade no Brasil seja diferente e as taxas de reúso mais elevadas. Os valores certamente variam, determinados pelas diferenças culturais e a estratificação social. O fato, porém, é que as sacolas viram lixo, de difícil decomposição, que polui solo, rios e oceanos.
As sacolas plásticas levam de 400 a 1.000 anos para se degradar no meio ambiente. Especialistas calculam que 100 mil animais como baleias, golfinhos, tartarugas e focas morram por ano após ingerir sacolas plásticas confundidas com alimentos. O plástico permanece no corpo do animal e, depois de sua morte e decomposição, volta ao oceano, intacto, capaz de produzir nova vítima. A queima do produto gera gases de efeito estufa e os materiais químicos responsáveis pela coloração das sacolas contaminam os ambientes em que são depositados.
Na Inglaterra, o nível de reciclagem é ainda extremamente baixo e 98% do material acaba em aterros sanitários. Devido à limitada infra-estrutura de coleta e de tratamento, grandes volumes acabam sendo enviados para reciclagem na China. O fluxo desse material, entretanto, nem sempre é eficiente e o lixo contaminado ou de qualidade inferior acaba tendo o seu destino final na China igual ao que teria na Inglaterra: os aterros sanitários.
É fácil perceber, portanto, que o custo da utilização das sacolas não é necessariamente nulo para os consumidores e os efeitos nocivos ao meio ambiente podem ser observados por muitos e muitos anos.
Governos de países como França, Irlanda e Inglaterra estão se movendo para mudar hábitos e atitudes dos consumidores. As ações têm, em comum, a implementação de uma taxa forçando o consumidor a pagar cada sacola plástica descartável consumida. Com o impacto da medida no bolso, o consumidor está mudando hábitos. Agora ele busca adquirir sacolas reutilizáveis, fabricadas com materiais alternativos e mais duradouros.
Na Irlanda, a redução no uso de sacolas plásticas foi de 90%, após a implementação da taxa "plastax", que incide sobre elas. Na Franca, a cobrança começou em alguns supermercados, mas o governo já determinou que elas devem deixar de ser usadas até 2010. Marks & Spencer e Ikea, marcas mundialmente conhecidas, informam a queda de 95% no uso das sacolas em suas filiais da Inglaterra, desde o início da cobrança de uma taxa fixa.
Para ocupar o lugar do plástico, cresce a venda de sacolas não-descartáveis, produzidas com materiais alternativos e mais resistentes, de diversos tamanhos, mas bonitas (de diversas cores) e ecologicamente corretas.
Em paralelo, são realizadas peças publicitárias destinadas a conscientizar a população. Uma das mais bem-sucedidas, que promove o reúso, é a campanha Eu não sou uma sacola plástica. A sacola de pano levando o estilo e a marca da estilista Anya Hindmarch foi produzida em parceria com o We Are What We Do (em português, Nós Somos o que Fazemos), movimento inglês criado em 2004 para inspirar mudanças de atitude do consumidor. A organização defende a tese de que pequenos passos, tomados por várias pessoas, podem gerar grandes resultados. A mensagem é clara: qualquer pequena mudança é importante e vai contribuir para o beneficio geral.
A campanha teve uma repercussão tão surpreendente que, no dia do lançamento da sacola, consumidores fizeram fila na porta das lojas, antes mesmo da abertura, para obter o produto. O estoque foi todo vendido em apenas uma hora.
Alguns podem argumentar que o desejo pela sacola não está subordinado ao conceito de um produto ecologicamente correto, mas ao de um objeto de moda. Entendo que é um excelente exemplo de junção do "útil ao agradável". A mensagem é clara: precisamos minimizar os efeitos que estamos causando ao ambiente, utilizar os nossos recursos de maneira mais eficiente e eliminar a geração de resíduos.
Acredito que estejamos transitando na direção de uma produção e consumo mais sustentáveis. Consumidores conscientes querem estar associados a produtos ecologicamente corretos. O sucesso é devido ao beneficio mútuo de todas as partes. Para o consumidor, a associação a um produto ecologicamente correto. No caso da empresa, o fortalecimento da marca e da imagem, por promover o uso eficiente dos recursos e a proteção ao meio ambiente.
Portanto, caros leitores, evitem o desperdício. O beneficio vai além do que vocês podem enxergar. Pensem também na utilização de recursos como água e energia. A palavra de ordem é eficiência (evitar ou reduzir a produção de resíduos), seguida por reuso e reciclagem. Quanto à indústria e ao comércio, a esperança é a de que o sucesso, obtido por iniciativas semelhantes à que juntou uma causa e uma estilista famosa, abra os horizontes para ações que pensem novos produtos não somente pela qualidade, mas a partir da análise do ciclo de vida e do efeito sobre o meio ambiente. Estes setores podem e devem participar desta positiva transformação, oferecendo serviços, produtos e incentivos ao consumidor consciente, que está cada vez mais exigente. Este poderá ser o diferencial em um mercado tão competitivo.
Fica a sugestão de que sigam a linha do movimento We Are What We Do: pequenos passos + várias pessoas = grandes resultados. Quem quer que seja e onde quer que esteja, todos nós podemos fazer a nossa parte. Incluindo você!
Beatriz Luz, engenheira química pela Universidade Federal do Rio e mestre em engenharia ambiental pela Faculdade de Surrey, na Grã-Bretanha, trabalha como consultora ambiental na Inglaterra na área de uso eficiente de recursos. Comentários e sugestões para beatriz_luz@hotmail.com
DiárioNet

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02 julho, 2008

BIÓLOGOS ACHAM 3 NOVAS ESPÉCIES DE PLANTAS EM REGIÃO CRÍTICA DE MT

Pesquisadores da ONG Fundação Cristalino, em parceria com o Jardim Botânico de Kew, no Reino Unido, identificaram três espécies da flora ainda desconhecidas da ciência na região do Parque Estadual do Cristalino (entre os municípios de Alta Floresta e Novo Mundo, no extremo norte de Mato Grosso), uma das unidades de conservação mais ricas em biodiversidade na Amazônia.
As descobertas fazem parte de um relatório preliminar do programa Flora Cristalino, a primeira grande iniciativa de mapeamento da vegetação do norte mato-grossense. Iniciado em julho de 2006, o estudo já cumpriu duas etapas de campo na área do parque e em duas áreas limítrofes que estão em processo de conversão em RPPNs (Reservas Particulares do Patrimônio Natural).
Na primeira incursão, foram coletadas 1.500 amostras, que permitiram identificar 700 espécies. Em fevereiro de 2008, junto com pesquisadores do Kew e da Sema (Secretaria Estadual de Meio Ambiente), foram mais mil amostras. Parte do material coletado ainda está sob análise no Reino Unido, diz a bióloga Denise Sasaki, da Fundação Cristalino, que coordenou os trabalhos de campo.
Além das espécies novas, o projeto revelou também dez espécies não encontradas antes em Mato Grosso. "Foram encontradas ainda espécies de distribuição restrita ou coletas raras no Brasil", diz Sasaki.
As novas espécies são descritas pela pesquisadora como um arbusto e dois subarbustos de pequeno porte. "É provável que tenhamos mais descobertas", diz a pesquisadora, que prepara uma terceira expedição para o mês de agosto. "Desta vez, vamos em um período de seca e esperamos encontrar uma grande variação da flora."
Os resultados do Flora Cristalino serão empregados no processo de constituição das RPPNs e também integrarão o plano de manejo do parque. "A flora da região é muito rica. Por isso mesmo, seu estudo ajuda a completar algumas lacunas de distribuição de algumas espécies", diz Sasaki.
Em um contexto de forte pressão pela abertura de novas áreas para a agricultura e a pecuária --Mato Grosso tem 19 municípios na lista dos 36 maiores destruidores da Amazônia--, a bióloga acredita que o conhecimento seja uma ferramenta para a preservação. "Está-se destruindo algo que não se conhece. Se o conhecimento aumentar, aumentam as chances de preservação", diz.
RODRIGO VARGAS
Agência Folha, em Campo Grande

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11 junho, 2008

BRASIL GANHA UMA NOVA ESPÉCIE DE FLOR A CADA DOIS DIAS

Mesmo desmatada, mata atlântica concentra maior parte das descobertas; Amazônia carece de pesquisa, diz biólogo.
Estima-se que existam até 60 mil plantas floríferas no país; parte dos vegetais desconhecidos pode já estar em risco de extinção.
O Brasil tem em média uma descoberta de planta angiosperma -que produz flores- a cada dois dias. E a mata atlântica, apesar de quase extinta, ainda é o lugar onde mais se encontram novas espécies. Na seqüência, está o cerrado e, depois, a floresta amazônica.
Uma tese de doutorado defendida na UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) mostra que, entre o início de 1990 e o final de 2006, foram registradas 2.875 novas espécies de angiospermas, desde ervas até árvores -o que dá cerca de 170 descrições por ano.
Foram 1.194 na mata atlântica, 966 no cerrado e 582 na Amazônia. A estimativa é que existam entre 40 mil e 60 mil espécies de angiospermas no país. O grupo representa a maioria da espécies vegetais.
Apesar de toda a destruição da mata atlântica -da qual restam apenas 7% de área original preservada- essa floresta ainda é uma das mais ricas em biodiversidade no mundo. Segundo a Fundação SOS Mata Atlântica, ela detém o recorde de plantas lenhosas por hectare (450 espécies no sul da Bahia), por exemplo.
De acordo com o autor da pesquisa, Marcos Sobral, os dados demonstram principalmente a falta de investimento em pesquisas na Amazônia. "A região amazônica tem uma quantidade muito pequena de descobertas, proporcionalmente, se considerarmos que o bioma ocupa 49% do território. Há um lapso de coleta."Para seu orientador, João Renato Stehmann, do Departamento de Botânica da UFMG, a "urgência de se descrever" as novas espécies dos nossos biomas "reside no risco de extinção que muitas delas correm", já que várias possuem distribuição geográfica restrita.
Segundo ele, nas regiões Sul e Sudeste já existe uma massa crítica de conhecimento que permite encontrar espécies novas. "Em outras regiões do país há um vazio de taxonomistas [especialistas em classificação de organismos]", diz. "A maioria dos taxonomistas que havia nessas instituições se aposentou e não houve reposição."Segundo Stehmann, só há dois programas de pós-graduação em botânica na Amazônia.
Taxomomistas em falta
O chefe do Departamento de Botânica da USP (Universidade de São Paulo), José Rubens Pirani, diz que o país não encerrou as etapas de exploração e descobrimento de plantas há muito superadas em países onde os estudos iniciaram há mais tempo e que têm menor diversidade, como os da Europa."É verdade que a mata atlântica sofreu extensa devastação, mas nas áreas remanescentes continuam a ser descobertos táxons [categorias] novos regularmente", afirma.
Pirani atualmente descreve três espécies de arvoretas da família da laranja. Uma é do interior da Bahia, e as outras, do Espírito Santo -uma delas é o primeiro registro do gênero Spiranthera na mata atlântica."
Aparentemente, temos no Brasil muito mais gente trabalhando em sistemática vegetal fora da Amazônia, daí uma razão incontestável para a taxa de descobertas mais baixa naquela vastidão com tanto a explorar", afirma Pirani. Tanto para Sobral quanto para Stehmann, embora a taxonomia no Brasil tenha iniciado no século 19, ainda estamos longe de ter um corpo de pesquisa desejável.
AFRA BALAZINA
FOLHA ONLINE

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DEPOIS DO DEGELO, A EXPLORAÇÃO: A QUEM PERTENCE O ÁRTICO?

Países vizinhos do Ártico discutem na Groenlândia divisão territorial do continente. Devido às mudanças climáticas, rápido degelo da região polar pode abrir caminho para exploração comercial de suas reservas minerais.
Os cinco países vizinhos do continente Ártico - Rússia, Canadá, EUA, Dinamarca e Noruega - realizam conferência na cidade groenlandesa de Ilulissat, nesta terça e quarta-feira (27 e 28/05), para discutir as controversas pretensões territoriais na região polar. Embora autônoma, a Groenlândia é parte do Reino da Dinamarca. Isto explica a vizinhança dinamarquesa do Ártico, cujo degelo ocorre mais rapidamente do que previsto nos modelos das mudanças climáticas. O aquecimento global permitiria uma prospecção mais fácil das reservas minerais da região polar. Cientistas americanos calculam que nela se encontra um quarto das reservas mundiais de petróleo e gás natural. No Ártico, não existe terra. Há somente gelo e água. A conferência na Groenlândia pretende discutir a quem pertence esta água gelada, que segundo prognósticos do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) poderá, até o final deste século, derreter durante o verão polar.
Pretensões no continente
Os Estados Unidos enviaram somente uma representante da secretária de Estado Condoleezza Rice, o que levantou a desconfiança do sentido da conferência, afirmam críticos. Mas depois que, no ano passado, um parlamentar russo fincou de um submarino uma bandeira de titânio do seu país sob o Oceano Ártico a mais de 4 mil metros de profundidade, nações com pretensões no continente ficaram mais atentas à questão.
Até agora, tais países têm os direitos exclusivos de exploração somente dos recursos naturais encontrados dentro das 200 milhas de águas territoriais. Assim determina a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar. Um Estado pode, no entanto, estender parte destas pretensões para além das 200 milhas.
Cordilheira de Lomonossov
Somente quem conseguir provar que a região para além das 200 milhas faz parte de sua plataforma continental, terá o direito de explorar seu subsolo, diz Alexander Proelss, especialista em Direito do Mar da Universidade de Kiel, no norte da Alemanha. Pesquisadores russos consideram a possibilidade da existência de 10 bilhões de toneladas de petróleo e gás natural na assim chamada Cordilheira de Lomonossov, que se estende da Groenlândia à Sibéria Oriental, passando justamente pelo Pólo Norte.
Todos os países, principalmente a Rússia, mas também o Canadá e a Dinamarca, desejam provar que a Cordilheira de Lomonossov é um prolongamento natural de sua plataforma continental, explica Proelss.
Discussão de décadas
Isto só pode ser provado, no entanto, através de prospecções que são muito difíceis e dispendiosas de fazer, já que os blocos de gelos se movimentam com uma velocidade de dois metros por hora, impedindo que um navio de perfuração fique no mesmo lugar. Até agora, prospecções para provar a quem pertence a cobiçada Cordilheira de Lomonossov ficaram sem resultados. A decisão sobre quem deve explorar o solo ártico será tomada pela Comissão de Limites da Plataforma Continental das Nações Unidas. Até 2014, os países interessados devem enviar os resultados de suas pesquisas à comissão da ONU. A discussão em torno da posse do Ártico deverá durar ainda várias décadas, afirma Proelss. Muitos especialistas e parte da mídia não acreditam em soluções pacíficas para a questão e falam de uma nova "Guerra Fria". Alexander Proelss descarta, no entanto, tal possibilidade. "Não vejo perigo de uma nova Guerra Fria, porque o limite das diversas esferas de interesse é canalizado, por um lado, pela Comissão de Limites da Plataforma Continental da ONU, por outro, pelo compromisso de cooperação dos Estados vizinhos do Ártico e, em terceiro lugar, pelo trabalho de diversos órgãos, como o Conselho Ártico", explica Proelss.
Deutsche Welle (UOL)

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16 maio, 2008

PÍLULA ANTIARROTO PARA VACAS "REDUZ" EFEITO ESTUFA

Na luta contra o aquecimento global, o cientista Winfried Dochner, da Universidade de Hohenheim, na Alemanha, apresentou uma arma inusitada: pílulas antiarrotos para vacas.
O especialista alemão afirma que os arrotos dos ruminantes respondem por cerca de 4% das emissões de gás metano no planeta. E a tendência seria de crescimento, já que o consumo de carne está aumentando.
"Não podemos evitar esse desenvolvimento. Mas com novos métodos, podemos reduzir a influência das vacas no efeito estufa para até 3%, e ainda economizaremos dinheiro", diz o especialista em nutrição animal Dochner.
A solução que ele criou para o problema tem o tamanho de um punho fechado: uma superpílula batizada de "Bolus", composta de substâncias microbióticas que se dissolvem no estômago das vacas durante vários meses, ajudando na digestão.
Dieta
Esse "remédio", aliado a uma rigorosa dieta com mais gorduras e com horas específicas de alimentação, diminuiria a produção de metano dos animais, segundo o estudioso.
"Um animal que mastiga e digere continuamente melhora o aproveitamento de substâncias no seu próprio corpo. É como com as pessoas: mais refeições ao longo do dia são significativamente mais saudáveis para o corpo."
O metano é produzido pelo processo químico de fermentação que resulta da ruminação das vacas e é formado pela combinação das moléculas d'água e de dióxido de carbono.
Com a nova técnica, em vez de ser arrotado para fora pelos animais, ele seria usado pelo organismo das vacas para a produção de glicose. Com isso, o cientista alemão afirma que elas produziriam mais leite, o que as tornaria economicamente mais eficientes.
Com a dieta e, principalmente a superpílula, a produção diária de metano seria diminuída consideravelmente, segundo Dochner. Ele diz ainda que procura patrocinadores para a sua idéia.
BBC Brasil

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