ENTRESSEIO

s.m. 1-vão, cavidade, depressão. 2-espaço ou intervalo entre duas elevações. HUMOR, CURIOSIDADES, UTILIDADES, INUTILIDADES, NOTÍCIAS SOBRE CONSERVAÇÃO E RESTAURO DE BENS CULTURAIS, AQUELA NOTÍCIA QUE INTERESSA A VOCÊ E NÃO ESTÁ NO JORNAL QUE VOCÊ COSTUMA LER, E NEM DÁ NA GLOBO. E PRINCIPALMENTE UM CHUTE NOS FUNDILHOS DE NOSSOS POLÍTICOS SAFADOS, SEMPRE QUE MERECEREM (E ESTÃO SEMPRE MERECENDO)

29 outubro, 2010

DESEJO A TODOS QUE POR AQUI PASSARAM NESTA SEMANA
QUE SE FINDA HOJE, UM ÓTIMO FIM DE SEMANA PROLONGADO.
DOMINGO É DIA DAS BRUXAS, BELA OPORTUNIDADE
PARA MANDAR UMA BRUXA PASSEAR!

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PLAQUINHA DE HOJE - 29-10-10

Série: Cantadas
"EI GATINHA... VOCÊ NÃO É VAGALUME
MAS A SUA BUNDA ILUMINA A MINHA VIDA!"

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ATUALIDADES - 29-10-10

IBGE: Quase um quarto das empresas brasileiras fecha no primeiro ano de vida
Estudo apontou relação entre itens como tamanho e setor de atuação com tempo de sobrevivência – ponto para as maiores e da área de educação.
De cada 100 empresas abertas no Brasil em 2007, 24 encerraram suas atividades no ano seguinte. O dado faz parte de um estudo divulgado nesta quarta-feira, dia 27, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.
Segundo a pesquisa, de um total de 464.700 mil empresas que iniciaram suas atividades em 2007, 353.500 mil (76,1%) continuavam no mercado em 2008. As outras 111.200 (23,9%) já tinham encerrado suas operações.
O estudo também aponta uma relação entre o tamanho da empresa e sua sobrevivência. Quanto menor o negócio, menos chances ele tem de durar. De acordo com o IBGE, entre as empresas sem pessoal assalariado (composta somente por proprietários), 70,6% seguiam operando em 2008. Essa taxa sobe para 91,8% entre as empresas que possuem entre um e nove assalariados.
No caso das empresas com 10 ou mais pessoas assalariadas, esse índice chega a 95,7%. “As empresas maiores, com maior capital imobilizado, tendem a permanecer mais tempo no mercado, pois os custos de saída costumam ser elevados, dentre outros fatores”, afirma o estudo.
O IBGE também analisou a sobrevivência das empresas de acordo com o setor de atuação. De acordo com o estudo, a área de educação concentra as empresas que mais sobrevivem após o primeiro ano de atuação – 81,1%. Artes, cultura e esportes aparecem em segundo lugar, com 80,9%, e eletricidade e gás, em terceiro, com 79,3%.
Na outra ponta da tabela encontram-se comércio (73,1%), atividades imobiliárias (72,6%), indústria extrativa (71,9%) e indústrias de transformação (71,8%).
Informações de portal UOL

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EXPOSIÇÕES - 29-10-10

São Paulo-SP - Artes, Ofícios e Fotografias
A exposição apresenta trabalhos resultantes da oficina “Artes, Ofícios e Fotografias”, realizada entre 01 e 29 de setembro de 2010 no Centro de Preservação Cultural com o objetivo de oferecer aos alunos uma formação básica quanto ao manuseio de equipamentos fotográficos e produção de fotografias. Além das aulas teóricas, a atividade propôs a realização, pelo grupo de alunos, de reportagens fotográficas do bairro do Bixiga, focadas na documentação das artes e ofícios de mestres e artesãos, suas redes de relações, seus saberes e técnicas. Assim como a referida oficina, a exposição em cartaz se insere na preocupação mais ampla de valorizar o patrimônio imaterial constituído pelos conhecimentos dos artesãos responsáveis pela construção e manutenção do patrimônio arquitetônico, privilegiando as oficinas e locais de trabalho de artesãos da construção, registrando os gestos de seus ofícios, os materiais, os instrumentos, os estilos, as redes de transmissão e aprendizagem, etc. Trata-se de envolver os fotógrafos participantes e o público visitante em todo o processo de constituição dessa memória do bairro, incentivando o posicionamento diante dos trabalhos produzidos e a troca de ideias.
Até 10 de Dezembro, de segunda a sexta, das 10h às 16h
Casa de Dona Yayá
Rua Major Diogo, 353 (Bela Vista)
Tel: (11) 3106-3562
Ingressos: Grátis
Sampa Online

São Paulo-SP - I´ll Be Your Mirror
O fotógrafo francês Thomas Dozol apresenta retratos de amigos e conhecidos registrados após quinze minutos do banho, no máximo. A idéia é congelar um momento de autocontemplação e reflexão, explorando fronteiras da intimidade e familiaridade. "I´ll Be Your Mirror" é a captura desses momentos de privacidade, em que Thomas Dozol procura se misturar ao ambiente da pessoa retratada, sem interferir em sua rotina diária, sem interrupções do cotidiano.
Até 27 de Novembro, terça a quinta-feira, das 12h às 20h; sextas e sábados, das 12h às 23h59
Espaço +Soma (250 lugares)
Rua Fidalga, 98 (Vila Madalena)
Tel: (11) (11) 3034-0515
Ingressos: Grátis
Sampa Online

São Paulo-SP - Tsunami vs Terremoto

Até 25 de Novembro, Diariamente, das 10h às 22h
Shopping Center 3
Avenida Paulista, 2064 (Cerqueira César)
Tel: (11) 3285-2458
Ingressos: Grátis
Sampa Online
Criador do Museu de Arte Contemporânea Sustentável do Brasil, o primeiro do mundo no gênero, a ser inaugurado em Natal (RN) em 2011, com o apoio de artistas de mais de 30 países, o artista plástico e ambientalista potiguar Thiago Cóstackz, 26 anos, já começa a fazer história. De São Paulo à Praga, de Helsinque a Paris ou Nova Iorque, sua arte pop vem chamando a atenção. Temas como política, meio-ambiente, direitos humanos, astrobiologia, antropologia e física quântica ganham interpretações irreverentes e bem humoradas em suas obras, confeccionadas inteiramente a partir de matéria prima ecológica. Com a linguagem da arte pop, bom humor e irreverência, artista propõe o questionamento de temas polêmicos e de referências históricas, dentro de um roteiro expositivo composto por 40 obras inéditas e diversidade de formas;

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CULTURA, PATRIMÔNIO CULTURAL E HISTÓRICO - 29-10-10

Aos poucos, Paraitinga reconstrói patrimônio
Primeira fase da recuperação das Igrejas Matriz e das Mercês termina nesta semana, com reconstituição de imagens sacras e casarões históricos
A primeira fase de recuperação do que restou das Igrejas Matriz e Nossa Senhora das Mercês, em São Luís do Paraitinga, destruídas na enchente do início do ano, será concluída até o fim desta semana. Com isso, a reconstrução destes imóveis pode começar, mas a data de início das obras depende de aval do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat).
A inundação que atingiu a cidade em janeiro foi a maior desde 1930. O Rio Paraitinga subiu dez metros, arrastou casarões históricos e a estrutura das duas igrejas. A etapa inicial constituiu no salvamento do que restou das edificações e das peças santas. Para evitar desabamentos, as colunas das igrejas foram estancadas e os altares, isolados.
As edificações ainda ganharam coberturas para que o mau tempo não atrapalhe a reconstrução, que deve durar dois anos e custar R$ 15 milhões. Os governos federal e estadual dividiram as incumbências. O primeiro ficará responsável pela Mercês, enquanto a Matriz será reconstruída pelo Estado.
As obras foram discutidas com os moradores em audiências públicas. Construídas no século 19, a Matriz havia passado por diversas reformas, a última em 1927, mas a Mercês manteve a estrutura original. "O projeto definido prevê que a Matriz mantenha a estrutura que foi danificada pelas chuvas e não a original", disse Lilian Mansur Andrade, gerente-geral da Fundação Dom Couto, entidade ligada à Diocese de Taubaté e que cuida do processo de restauro.
Ainda interditados, os prédios históricos estão sendo reformados. As vias que dão acesso a Paraitinga estão em obras e muros de contenção são feitos nas encostas. Em melhores condições, a prefeitura promete retomar o carnaval em 2011. Para evitar um caos na cidade, a entrada de carros deve ser controlada. Há na cidade 1,5 mil vagas de Zona Azul. A expectativa é que o evento atraia 15 mil turistas.
Restauro.
O trabalho de reconstrução inclui cinco restauradores que se debruçam sobre 14 imagens santas da Matriz. As peças foram encontradas durante o trabalho de salvamento. "A imagem de Nossa Senhora das Mercês foi muito danificada. Ela se quebrou em quase cem pedaços, mas as pessoas nem vão notar a diferença", diz Adriano Carvalho, da construtora Biapó, responsável pela restauração.
A previsão é que as peças sejam entregues para a igreja na próxima semana. O valor estimado de todo o trabalho é de R$ 2 milhões, incluindo a participação da empresa no salvamento. "Queremos marcar a entrega das peças com uma missa", afirma Carvalho.
Segundo ele, as peças danificas que ficam expostas em museus não costumam ter as partes perdidas repostas. No caso de Paraitinga, isso será diferente. "Por ser tratada como devoção, essas imagens serão reconstituídas. Se um santo perdeu um dedo, nós vamos refazer."
A restauradora Juliana Fabrino, de Belo Horizonte (MG), está há dois meses em Paraitinga. Segundo ela, as imagens estavam bem danificadas, porque passaram muito tempo debaixo d"água. "A madeira absorve a água e incha, o que prejudica muito a peça", diz. De acordo com Juliana, a comunidade está envolvida no restauro. "Os moradores trazem imagens pequenas para serem restauradas."
Luiz Guilherme Gerbelli - O Estado de S.Paulo



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NOSSA PORCA CLASSE POLÍTICA - 29-10-10

Carta para o Chico Buarque
Por José Danon 
Chico, você foi, é e será sempre meu herói. Pelo que você foi, pelo que você é e pelo que creio que continuará sendo. Por isso mesmo, ao ver você declarar que vai votar no Lula “por falta de opção”, tomei a liberdade de lhe apresentar o que, na opinião do seu mais devoto e incondicional admirador, pode ser uma opção.
Eu também votei no Lula contra o Collor. Tanto pelo que representava o Lula como pelo que representava o Collor. Eu também acreditava no Lula. E até aprendi várias coisas com ele, como citar ditos da mãe. Minha mãe costumava lembrar a piada do bêbado que contava como se tinha machucado tanto. Cambaleante, ele explicava: “Eu vi dois touros e duas árvores, os que eram e os que não eram. Corri e subi na árvore que não era, aí veio o touro que era e me pegou.” Acho que nós votamos no Lula que não era, aí veio o Lula que era e nos pegou.
Chico, meu mestre, acho que nós, na nossa idade, fizemos a nossa parte. Se a fizemos bem feita ou mal feita, já é uma outra história. Quando a fizemos, acreditávamos que era a correta. Mas desconfio que nossa geração não foi tão bem-sucedida, afinal. Menos em função dos valores que temos defendido e mais em razão dos resultados que temos obtido. Creio que hoje nossa principal função será a de disseminar a mensagem adequada aos jovens que vão gerenciar o mundo a partir de agora. Eles que façam mais e melhor do que fizemos, principalmente porque o que deixamos para eles não foi grande coisa. Deixamos um governo que tem o cinismo de olimpicamente perdoar os “companheiros que erraram” quando a corrupção é descoberta.
Desculpe, senhor, acho que não entendi. Como é, mesmo? Erraram? Ora, Chico. O erro é uma falha acidental, involuntária, uma tentativa frustrada ou malsucedida de acertar. Podemos dizer que errou o Parreira na estratégia de jogo, que erramos nós ao votarmos no Lula, mas não que tenham errado os zésdirceus, os marcosvalérios, os genoinos, dudas, gushikens, waldomiros, delúbios, paloccis, okamottos, adalbertos das cuecas, lulinhas, beneditasdasilva, burattis, professoresluizinhos, silvinhos, joãopaulocunhas, berzoinis, hamiltonlacerdas, lorenzettis, bargas, expeditovelosos, vedoins, freuds e mais uma centena de exemplares dessa espécie tão abundante,desafortunadamente tão preservada do risco de extinção por seu tratador. Esses não erraram. Cometeram crimes. Não são desatentos ou equivocados. São criminosos. Não merecem carinho e consolo, merecem cadeia.
Obviamente, não perguntarei se você se lembra da ditadura militar. Mas perguntarei se você não tem uma sensação de déjà vu nos rompantes de nosso presidente, na prepotência dos companheiros, na irritação com a imprensa quando a notícia não é a favor. Não é exagero, pergunte ao Larry Rother do New York Times, que, a propósito, não havia publicado nenhuma mentira. Nem mesmo o Bush, com sua peculiar e texana soberba, tem ousado ameaçar jornalistas por publicarem o que quer que seja. Pergunte ao Michael Moore. E olhe que, no caso do Bush, fazem mais que simples e despretensiosas alusões aos seus hábitos ou preferências alcoólicas no happy hour do expediente.
Mas devo concordar plenamente com o Lula ao menos numa questão em especial: quando acusa a elite de ameaçá-lo, ele tem razão. Explica o Aurélio Buarque de Hollanda que elite, do francês élite, significa “o que há de melhor em uma sociedade, minoria prestigiada, constituída pelos indivíduos mais aptos”. Poxa! Na mosca. Ele sabe que seus inimigos são as pessoas do povo mais informadas, com capacidade de análise, com condições de avaliar a eficiência e honestidade de suas ações. E não seria a primeira vez que essa mesma elite faz esse serviço. Essa elite lutou pela independência do Brasil, pela República, pelo fim da ditadura, pelas diretas-já, pela defenestração do Collor e até mesmo para tirar o Lula das grades da ditadura em 1980, onde passou 31 dias. Mas ela é a inimiga de hoje. E eu acho que é justamente aí que nós entramos.
Nós, que neste país tivemos o privilégio de aprender a ler, de comer diariamente, de ter pais dispostos a se sacrificar para que pudéssemos ser capazes de pensar com independência, como é próprio das elites - o que, a propósito, não considero uma ofensa -, não deveríamos deixar como herança para os mais jovens presentes de grego como Lula, Chávez, Evo Morales, Fidel - herói do Lula, que fuzila os insatisfeitos que tentam desesperadamente escapar de sua “democracia”. Nossa herança deveria ser a experiência que acumulamos como justo castigo por admitirmos passivamente ser governados pelo Lula, pelo Chávez, pelo Evo e pelo Fidel, juntamente com a sabedoria de poder fazer dessa experiência um antídoto para esse globalizado veneno. Nossa melhor herança será o sinal que deixaremos para quem vem depois, um claro sinal de que permanentemente apoiaremos a ética e a honestidade e repudiaremos o contrário disto. Da mesma forma que elegemos o bom, destronamos o ruim, mesmo que o bom e o ruim sejam representados pela mesma pessoa em tempos distintos.
Assim como o maior mal que a inflação causa é o da supressão da referência dos parâmetros do valor material das coisas, o maior mal que a impunidade causa é o da perda de referência dos parâmetros de justiça social. Aceitar passivamente a livre ação do desonesto é ser cúmplice do bandido, condenando a vítima a pagar pelo malfeito.Temos opção. A opção é destronar o ruim. Se o oposto será bom, veremos depois. Se o oposto tampouco servir, também o destronaremos. A nossa tolerância zero contra a sacanagem evitará que as passagens importantes de nossa História, nesse sanatório geral, terminem por desbotar-se na memória de nossas novas gerações.
Aí, sim, Chico, acho que cada paralelepípedo da velha cidade, no dia 1º de outubro, vai se arrepiar.
Seu admirador número 1,
José Danon é economista e consultor de empresas
Pense bem, para não se arrepender tardiamente. Agora é a hora!
Essa mulher não pode ser eleita!

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PODE CRER, É VERDADE! - 29-10-10

Agora fudeu!


Com uma ajudinha da namorada sujeito consegue vender o carro no Ebay

Para vender o seu BMW meio velhinho no Ebay, um sujeito teve uma idéia pra lá de estranha.
Após mandar algumas fotos do seu possante para o site, ele teve apenas um comentário solitário em uma
semana, dizendo de que não valia a pena comprar um carro sem airbag.
Isso lhe despertou uma interessante idéia, equipou o carro com belos airbags, tirou mais algumas fotos e enviou para o eBay.
Resumindo, ele conseguiu vender o carro no mesmo dia.
Conta Outra

A explicação teológica dada por inquisitores para justificar a crença de que a mulher é o sexo frágil.
Dizem que a mulher é o sexo frágil. Erasmo Carlos, em canção memorável, tenta derrubar o mito e expõe, de maneira simples e ao mesmo tempo profunda, a força que tem a mulher ante as dificuldades do dia a dia.
Mas quando realmente se consolidou o termo em questão?
Provavelmente no final do século 15. Na ocasião, inquisitores registraram textualmente que a mulher era a fonte de todos os males. Mas não para por aqui: fizeram questão de afirmar que a causa se devia pelo fato dela ter nascido de uma costela torta de Adão.
Ou seja: se a costela de Adão não fosse torta, a mulher não seria o que é, segundo se depreende da explicação dos então religiosos. Esqueceram-se os tais de que o criador da costela torta - aceitando a versão bíblica - é o próprio Deus. Logo, os ditos inquisitores estariam cortando o próprio galho onde eles mesmos estavam sentados.
Mas a explicação dada por eles em 1484 não termina assim: disseram que satanás não entra pelo espírito porque este é de Deus. O capeta, segundo os tais, entra pelo corpo, tendo notória preferência pelo corpo feminino (naturalmente formado, em sua origem, de uma costela defeituosa, o que facilitaria a possessão demoníaco).
Cresceu-se, pouco a pouco durante a Idade Média - até chegar aos nossos dias -, a crença de que a mulher é de fato o sexo frág

Mulher não arranja noivo e decide casar sozinha
Chen Wei-yih já tem vestido de noiva, fez lista de convidados e marcou a lua-de-mel
Chen Wei-yih, de Taiwan, planeou o casamento que desejava desde criança, mas como não tem noivo, vai casar sozinha no próximo mês.
De acordo com o jornal «Huffington Post», a cerimónia vai ser no dia 6 de Novembro. Vai usar vestido de noiva e celebrar com uma refeição na presença de 30 familiares e amigos.
«A minha carreira está a correr bem mas não encontrei um parceiro, o que posso fazer?», diz Chen, a mulher com 30 anos que decidiu casar sozinha.
A lua-de-mel vai ser na Austrália.
Chen divulgou imagens do seu vestido de noiva no facebook .
Portugal Diário






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HÁ! HÁ! HÁ! RI, DE QUE? - 29-10-10

Em Lisboa, um português pergunta ao conterrâneo :
- Sabes a última do brasileiro?
- Não.
- Para votar vale qualquer documento, exceto o Título de Eleitor...










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28 outubro, 2010

PLAQUINHA DE HOJE - 28-10-10

Série: Filosóficas
"UMA MULHER DEMORA 20 ANOS PARA
FAZER DO SEU FILHO UM HOMEM,
E OUTRA MULHER LEVA 20 MINUTOS PARA
FAZER DELE UM TOLO!"


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ATUALIDADES - 28-10-10

Preso falso pastor suspeito de estuprar 40 mulheres no Rio
A Polícia Civil apresentou, nesta terça-feira, um estuprador suspeito de ter violentado 40 mulheres na Ilha do Governador e Itaboraí. Segundo a polícia, Waldinei Ferreira da Ressurreição, 34 anos, se passava por pastor evangélico e afirma ser inocente.
A polícia chegou até ele graças a um celular roubado de uma das vítimas. A polícia rastreou o aparelho e constatou o aparelho estava sendo usado pela mulher do suspeito.
Segundo as investigações, a onde de crimes ocorreu em três períodos: a primeira foi em 2003, quando acabou preso, e de 2005 a 2007. Em janeiro deste ano, Waldinei voltou para o Rio e fez novas vítimas. No total, a polícia acredita que o falso pastor tenha violentado 23 mulheres na Ilha e outras 17 em Itaboraí.
A investigação da Polícia Civil traçou um perfil do suspeito. Ele só atacaria de madrugada, em comunidades carentes, após constatar que não havia homem algum na residência escolhida. Em todos os crimes usava capuz. Ele foi reconhecido pela maioria das vítimas por causa de uma cicatriz nas costas.
O Dia

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EXPOSIÇÕES - 28-10-10

São Paulo-SP - OFF Bienal 4

Exposição de Arte Contemporânea, cujo objetivo é expor e divulgar obras não expostas na tradicional Bienal Internacional de São Paulo. A OFF Bienal apresenta pinturas, esculturas, fotografias, objetos e instalações de 62 artistas antológicos, consagrados e emergentes, escolhidos pelo curador. Serão expostas obras realizadas em 2010. A mostra apresenta uma visão panorâmica dos múltiplos aspectos da diversidade artística e cultural contemporânea da arte que se faz no Brasil hoje.
Até 27 de Novembro, de segunda a sexta, das 11h às 20h, sábados, das 11h às 15h
Galeria de Arte Cidade Jardim
Avenida dos Tajurás, 236 (Cidade Jardim)
Tel: (11) 2359-1402
Ingressos: Grátis
(Todas as obras estão à venda)
Sampa Online

São Paulo-SP - Prêmio O melhor da arquitetura
Os 64 projetos finalistas do prêmio O Melhor da Arquitetura, realizado pela revista Arquitetura & Construção, da Editora Abril, compõem um rico panorama da produção nacional nos últimos 3 anos. Divididos em 11 categorias nas mais diversas escalas, desde Intervenção Urbana até Residencial, os trabalhos foram selecionados entre os 347 inscritos na terceira edição da premiação. Entre os autores estão grandes escritórios e jovens profissionais de todo o país.
Até 21 de Novembro, De terça a domingo, das 10h às 18h
Museu da Casa Brasileira (230 lugares)
Av. Brig. Faria Lima, 2705 (Jardim Paulistano)
Tel: (11) 3032-3727 3032-2564
Ingressos: De R$ 2,00 a R$ 4,00
Sampa Online

São Paulo-SP - See Better After Waking
Com curadoria do grupo Good Moments Tattoo Meeting, composto pelos artistas Leandro Jimmy e Artur Fame, a mostra reune tatuadores de sete países diferentes, de todos os estilos, despertos para a produção artística fora da plataforma em que se sentem mais à vontade – a pele humana. Pinturas em acrílico e aquarela estabelecem um diálogo direto entre produções do dia-a-dia desses profissionais e suas pinturas.
Até 14 de Novembro, de terça a sábado, das 12h às 20h
Matilha Cultural
R. Rego Freitas 542 (Consolação)
Tel: (11) (11) 3256-2636
Ingressos: Grátis
(Entrada livre para cães)
Sampa Online

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CULTURA, PATRIMÔNIO CULTURAL E HISTÓRICO - 28-10-10

Na era digital, estudantes se apegam aos livros de papel


Eles mandam mensagens de texto para seus amigos todos os dias. À noite, pesquisam para os trabalhos de conclusão de curso em seus laptops e conversam com seus pais no Skype. Mas enquanto seguem seu caminho no Hamilton College, uma faculdade de artes exemplar e liberal nessa cidade ao norte do Estado de Nova York, os alunos ainda carregam pelo campus pesados e antigos livros didáticos – e adoram isso.
“A tela não apaga”, diz Faton Begolli, estudante do segundo ano de Boston. “Não tem vírus. Não seria o mesmo sem livros. Eles definiram a 'academia' por mil anos.”
Embora o mundo impresso esteja diminuindo diante de uma onda de livros digitais, blogs e outros sites, uma geração de estudantes universitários influenciada pela tecnologia parece continuar aderindo aos livros tradicionais. A lealdade tem um preço. Os livros são caros – para um ano inteiro, podem custar de US$ 700 a US$ 900 (R$ 1.187 a R$ 1.526) – e as frustrações dos estudantes com a despesa, assim como o surgimento de novas tecnologias, produziram uma variedade confusa de alternativas para obtê-los.
Lojas na internet como a Amazon e Textbooks.com vendem livros novos e usados. Surgiram vários outros serviços na internet que alugam livros para estudantes por semestre. Cerca de 1.500 livrarias universitárias também oferecem aluguel neste semestre, 300 a mais do que no ano passado. Em Hamilton, os alunos este ano têm uma nova forma para evitar os intermediários: um site sem fins lucrativos, criado pelo Clube de Empreendedores da faculdade, que permite que eles vendam livros usados uns para os outros.
A explosão de lojas e formatos – incluindo livros digitais, que estão rapidamente se tornando mais sofisticados – deixaram alguns estudantes confusos. Depois de passar pela difícil seleção de curso, eles são obrigados a avaliar a relação entre o custo e a conveniência, analisar seus próprios hábitos de estudo e imaginar quais textos eles desejarão ter durante anos e quais não farão falta.
“Depende da matéria”, diz Victoria Adesoba, aluna do curso preparatório para medicina na Universidade de Nova York, que estava do lado de fora da livraria da escola, com uma bolsa azul clara cheia de livros pendurada no ombro. “No último semestre, aluguei livros de psicologia, e foi barato. Mas para matérias como química orgânica, preciso ter o livro. Os livros na internet são bons, mas é tentador entrar no Facebook, e isso pode cansar a vista.”
Apesar de tudo o que é dito sobre sua geração ser a mais adepta à tecnologia da história, os livros de papel não parecem destinados ao esquecimento tão cedo.
De acordo com a Associação Nacional de Livrarias Universitárias, os livros digitais representam apenas 3% das vendas de livros didáticos, embora a associação espere que este número aumente para 10% a 15% em 2012 à medida que mais títulos se tornam disponíveis em formato digital.
Em dois estudos recentes – um feito pela associação e outro por Grupos de Pesquisas de Interesse Público Estudantil – três quartos dos alunos entrevistados disseram que ainda preferem um livro de papel à versão digital.
Muitos estudantes relutam em abrir mão da possibilidade de folhear rapidamente entre os capítulos, escrever nas margens e grifar passagens, embora novos aplicativos permitam que os alunos usem os livros digitais dessa forma.
“Os estudantes cresceram com livros impressos”, diz Nicole Allen, diretora da campanha de livros didáticos para os grupos de pesquisa, “então, à medida que passam para o ensino superior, não surpreende que levem consigo uma preferência pelo formato com o qual estão mais acostumados.”
De fato, muitos alunos de Hamilton falaram de forma apaixonada sobre os pesados tomos que ainda carregam do quarto para a sala de leituras e para a biblioteca, mesmo enquanto checam compulsivamente mensagens de texto e e-mails em seus smart phones.
“Acredito que o codex é uma das melhores invenções da humanidade”, diz Jonathan Piskor, aluno do segundo ano na Carolina do Norte, usando o termo latino para livro.
Essa paixão pode ser a razão pela qual as Livrarias Universitárias da Barnes & Noble estejam trabalhando duro para divulgar seu novo aplicativo, o NOOKstudy, que permite que os alunos naveguem em livros digitais em Macs e Pcs. A companhia, que opera 636 livrarias em campi universitários do país, incluindo uma em Hamilton, ofereceu inscrições gratuitas no verão passado na esperança de persuadir mais estudantes a comprarem seus livros eletrônicos.
“O verdadeiro obstáculo é fazer com que eles experimentem”, diz Tracey Weber, vice-presidente executiva da companhia para livros didáticos e educação digital.
A companhia está oferecendo gratuitamente “Kits de Introdução Universitários” para alunos que baixarem o NOOKstudy neste semestre, com receitas de macarrão instantâneo e uma dúzia de livros eletrônicos clássicos como “The Canterbury Tales” e “The Scarlet Letter”. O CourseSmart, um consórcio de grandes editoras de livros didáticos, permite que os estudantes experimentem qualquer livro didático eletrônico gratuitamente por duas semanas.
Mas nem todo livro didático está disponível em formato digital ou para alugar. Em Hamilton, por exemplo, cerca de apenas um quinto dos títulos são vendidos no formato eletrônico neste semestre. Uma caminhada pela loja do campus revelou a diferença de preço. Um livro sobre legislação constitucional, por exemplo, custava US$ 189,85 (R$ 321) novo, US$ 142,40 (R$ 241,51) usado, e US$ 85,45 (R$ 144,9) para alugar. (Normalmente, um livro eletrônico é mais barato do que um livro usado, embora mais caro do que um para aluguel.)
O gasto com livros didáticos universitários, que estima-se tenha aumentado quatro vezes mais que o valor da inflação nos últimos anos, tornou-se uma preocupação e uma causa para alguns políticos. No mês passado, o senador Charles E. Schumer de Nova York pediu que mais livrarias universitárias alugassem livros, depois que uma pesquisa realizada em 38 livrarias de campi da Cidade de Nova York e Long Island por seu gabinete descobriu que 16 delas não ofereciam esta opção.
Na quinta-feira, os alunos de mais de 40 faculdades de todo o país estão planejando um dia de ação em prol de livros didáticos mais acessíveis, organizado pelos Grupos de Pesquisa de Interesse Público Estudantil, para encorajar membros das faculdades a indicarem textos mais baratos, ou que sejam oferecidos gratuitamente online.
Por enquanto, comprar livros da forma antiga – novos ou usados – ainda é o mais comum. Charles Schmidt, porta-voz da Associação Nacional de Livrarias Universitárias, disse que se uma livraria de um campus vende um livro novo por US$ 100, ela normalmente compra o livro de volta por US$ 50 no final do semestre e o vende para o próximo aluno por US$ 75.
O preço que as livrarias pagam costuma cair, entretanto, se o professor retira o livro (ou a edição) do programa ou se a livraria comprou livros suficientes para atender à demanda. Quando Louis Boguchwal, um calouro de Hamilton que está se especializando em economia e matemática, tentou vender um livro de álgebra linear de US$ 100 para a livraria da faculdade, recebeu uma oferta de US$ 15.
“Foi um insulto”, disse ele. “Eles não pagam praticamente nada.”
Então Hamilton criou um site sem fins lucrativos chamado getmytexbooks.org [algo como “fique com meus livros”]. Até agora, as visitas não foram muitas: apenas 70 livros foram vendidos nesse semestre. Mas Jason Mariasis, presidente do Clube de Empreendedores, disse que espera que as vendas aumentem à medida que o site ficar mais conhecido. O site também lista centenas de outras faculdades.
Begolli, um membro do clube, vendeu recentemente três romances alemães por US$ 17 (R$ 28,8) no site. “Se eu tivesse vendido para a livraria, eu teria recebido US$ 7 ou US$ 8 (R$ 11,8 ou R$ 13,5)”, diz ele. “A livraria reina no que diz respeito às vendas de livros didáticos. Nós achamos que deveria haver uma coisa para os estudantes, feita pelos estudantes.”
Mas alguns estudantes precisam se virar. Rosemary Rocha, 26, aluna de hotelaria e turismo na NYU, somou o preço de suas leituras obrigatórias para o semestre: US$ 600 (R$ 1.017). “É pesado”, diz ela. “Estou recebendo seguro desemprego, então não é possível.”
Em vez disso, ela espera para emprestar as poucas cópias que os professores deixam reservadas na biblioteca, ou depende da gentileza de seus colegas de classe. “Meus amigos me emprestam seus livros em troca de um café ou um pedaço de pizza”, diz. “Raramente compro livros, mas sempre fico meio perdida.”
Lisa W. Foderaro
Em Clinton (EUA)
The New York Times
Tradução: Eloise De Vylder

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PODE CRER, É VERDADE! - 28-10-10

Estacionei aqui agorinha...

Com formato de bilau gigante emissora passa a previsão do tempo

A emissora de TV "KLST", de San Angelo, no estado do Texas (EUA), cometeu uma gafe ao mostrar o mapa da previsão do tempo em formato de um pênis gigante durante um programa apresentado pelo meteorologista Nick Kraynok na semana passada. O vídeo foi parar no YouTube e já recebeu mais de 460 mil visitas, segundo sites e blogs de notícias.
Conta Outra

Para libertar cachorro de canil sujeito dirige cortador de grama motorizado
O americano Edwin Fry, de 73 anos, foi preso em Hydro, no estado de Oklahoma (EUA), após entrar no canil da cidade e arrombar a gaiola onde estava seu cão de estimação, que tinha sido apreendido porque estava sem coleira.
Em vez de pagar uma multa de US$ 100, o homem decidiu ir até o canil dirigindo seu cortador de grama motorizado e libertar o cachorro chamado "Buddy Tough". O cão acabou sacrificado enquanto o Fry estava preso, de acordo com a reportagem.
O incidente ocorreu no dia 13 de outubro. A polícia destacou que havia recebido numerosas queixas contra o cão. As autoridades locais destacaram que o animal foi sacrificado, porque passou mais de três dias sob custódia no canil municipal.
Conta Outra

Espanha: prostitutas obrigadas a usar colete reflector
Medida é para evitar acidentes e se não for cumprida dá direito a multa
Prostitutas espanholas que trabalham numa cidade no norte de Espanha, na Catalunha, são obrigadas a usar coletes reflector por questões de segurança. Se não cumprirem pagam uma multa de 40 euros.
De acordo com o «Telegraph», a polícia afirmou que as prostitutas não estão a ser punidas por causa do que fazem, mas por porem em risco os condutores.
As prostitutas sem colete vão contra uma lei de 2004 que diz que quem anda a pé nas principais vias deve usar roupas de alta visibilidade.
Estima-se que 300 mil mulheres trabalhem como prostitutas em Espanha.
Portugal Diário






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HÁ! HÁ! HÁ! RI, DE QUE? - 28-10-10

Foi um senhor ao restaurante do hotel "O gigante" onde tudo era enorme, tudo!
Sentou-se na cadeira enorme, mal conseguia por os cotovelos na mesa.
Pede o cardápio e trazem-lhe um livro enorme. Pede um bife com purê e uma caneca de cerveja.
Vem o garçom escondido por baixo de uma travessa gigantesca com um bife de grande tamanho, acompanhado por um "vesúvio" de purê, e seguido por outro empregado a carregar com dificuldade um Pote de cerveja.
O cliente com muita sede, descuida-se e bede sem olhar às quantidades...
Fica completamente redondo, e cheio de vontade de ir ao sanitário.
Pergunta ao garçom onde é e ele responde:
- Não tem que enganar, é seguir à porta do jardim é a primeira à direita.
O cliente, titubando, engana-se de porta e vai pela porta do jardim, não vê o degrau e cai na piscina.
- Não puxem a descarga!, caí na privada!!!!, grita.
- O cozinheiro, um senhor um tanto queimado de sol, precipita-se para o ajudar, tira o avental, a T-shirt e as calças e mergulha, e o cliente continua a gritar:
- Aaahh! não!! afasta-te cagalhão!!!











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27 outubro, 2010

PLAQUINHA DE HOJE - 27-10-10

Série: Humor
"AGORA VOCÊ PODE SAIR COM
OUTRAS MULHERES E MANTER SEU CASAMENTO:
ISTO NÃO É TRAIÇÃO, É PORTABILIDADE!"

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ATUALIDADES - 27-10-10

A cada 3 dias, uma nova espécie é descoberta na Amazônia
Dados do relatório “Amazônia Viva!”, elaborado pela ONG WWF, indicam que entre 1999 e 2009, 1222 novas espécie foram registradas na região da Floresta Amazônica. O número é equivalente a uma descoberta a cada três dias.
O estudo agrupa dados registrados em oito países e na Guiana Francesa, que é um território francês.
As pesquisas só levaram em consideração animais vertebrados. De acordo com o relatório, milhares de invertebrados documentados ficaram de fora das estatísticas.
As plantas são responsáveis pela maior parte das novas espécies catalogadas. Apenas na última década, foram 637.
Entre os animais, os novos peixes registrados foram os mais numerosos, com um total de 257 novas espécies. Também foram contabilizados 216 novos anfíbios, 55 répteis, 39 mamíferos e 16 aves.
Apesar de recém-descobertas, muitas das novas espécies já estão em perigo de extinção.
Redação: Maria Alice Rangel Vila
E BAND

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EXPOSIÇÕES - 27-10-10

São Paulo-SP - Galeria Tátil de Esculturas

Galeria Tátil de Esculturas é um projeto pioneiro realizado pelo Núcleo de Ação Educativa da Pinacoteca. As 12 obras, expostas no segundo andar do museu, foram especialmente selecionadas para que os visitantes com deficiências visuais possam tocá-las. Além disso, etiquetas com textos em dupla leitura – tinta e Braille – e um áudio-guia fornecem informações adicionais sobre cada trabalho.
De terça a domingo, das 10h às 18h.
Pinacoteca do Estado
Praça da Luz, 02 (Luz)
Tel: (11) (11) 3324-1000
Ingressos: R$ 4,00 e meia-entrada.
Sampa Online


São Paulo-SP - Invasões Holandesas
Galeria Leme tem orgulho em apresentar a primeira mostra individual de Sebastiaan Bremer em São Paulo. O título da exposição, Invasões Holandesas, vem do termo brasileiro dado ao período da ocupação holandesa no Brasil no século XVII. Por ser holandês e casado com uma brasileira, este período da história do país tem, para Bremer, significado pessoal e artístico. Através do encontro do desenho com a fotografia, Bremer apresenta um universo que transmite uma sensação da experiência de memória e do presente e cria uma realidade estratificada, cujo conflito é um reflexo do país bem como da relação do artista com ele. Cada obra de Invasões Holandesas tem como ponto de partida o fascínio de Bremer por pintores da corte Holandesa como Albert Eckhout e Frans Post, cujas pinturas são algumas das primeiras imagens conhecidas do 'novo mundo' produzidas in loco pelos europeus e mostram a complexa diversidade brasileira - aparente já naquela época. Esse fascínio coincidiu com o achado de placas de negativos de fotografias do Brasil de antigas bibliotecas nos Estados Unidos, por volta dos anos 1930. Uma vez que Bremer encontrou, revelou e ampliou as imagens escolhidas, ele desenha com pequenos pontos brancos, intrincadas teias sobre a superfície fotográfica. Paradoxalmente, este processo obscurece partes da imagem original, enquanto redefine outras, acrescentando um novo conteúdo a cada obra. Esses desenhos etéreos tornam a imagem -antes familiar- em algo mais opaco, cada fio espalhando-se organicamente sobre a superfície, como o crescimento de fungos, criando uma sensação de deterioração. A visceralidade do trabalho reside na sua inventividade e complexidade técnica, ao passo que as composições criadas por Bremer têm um fino equilíbrio entre o complexo e nítido. Bremer ocasionalmente aplica finas camadas de nanquim colorido que remetem às cores que vemos quando fechamos os olhos. Invasões Holandesas no Rio de Janeiro (2010) compreende três sobreposições de imagens do Rio de Janeiro tomadas na década de 1930. Estas imagens de arquivo das antigas bibliotecas americanas foram sobrepostas e impressas por Bremer e sua superfície coberta com fantasmagóricas cenas bucólicas apropriadas das antigas pinturas holandesas. É um trabalho no qual história e fragmentos de realidade criam uma paisagem onírica de ideais perdidos. O tumulto e o caos da cidade são também aparentes nesta obra, mas a cidade das fotografias não existe mais, foi demolida e reconstruída desde então. O mesmo é válido para as cores: os corantes utilizados para colorir as fotos originais foram novamente usados por Bremer, o que dá ao todo uma sensação de nostalgia. Sebastiaan Bremer nasceu em Amsterdã, Holanda em 1970 e mudou-se para Nova Iorque em 1992. Suas obras integram importantes coleções dentre elas: Victoria & Albert Museum, Londres; Museum of Modern Art, Nova Iorque; Los Angeles County Museum of Art; The Zabludowicz Trust, Londres; The Rabobank collection; The AKZO Nobel Collection; The Netherlands and Lodeveans Contemporary LLP, Londres; Berger Collection. Suas obras foram expostas na Tate Modern, The Brooklyn Museum of Art, The Aldrich Museum, PS1/MoMA, Nova Iorque e Het Gemeentemuseum, The Hague. Recentemente expôs na Galerie Barbara Thumm, Berlim (Maio 2009), Hales Gallery, Londres (Outubro 2009), James Fuentes LLC in Chinatown, Nova Iorque (Junho 2009), Bravin Lee Programs (Setembro 2009) e em 2008 concluiu uma obra para o Los Angeles County Museum of Art, na qual ele faz referência à coleção de pinturas dos grandes mestres holandeses pertencente ao LACMA. Atualmente está trabalhando em um mural na KaDE Kunsthal, Amersfoort, Holanda.
Até 30 de Outubro, De segunda a sexta, das 10h ás 19h e sábados, das 10h às 17h
Galeria Leme
Rua Agostinho Cantu, 88 (Butantã)
Tel: (11) 3814-8184
Ingressos: Grátis
Sampa Online




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CULTURA, PATRIMÔNIO CULTURAL E HISTÓRICO - 27-10-10

Museu evoca cultura do barro
Caruaru // Mais que um local para exibição de peças, o Espaço Zé Caboclo é usado para ajudar no aprendizado
A bravura dos cangaceiros, a fortaleza dos retirantes, os versos de um poeta, a sanfona e a boiada. Nas salas da casa de máquina de uma antiga fábrica de algodão, construída em 1935, a história dos nordestinos é contada nas vozes da seca. O acervo do Museu do Barro - Espaço Zé Caboclo, no Pátio de Eventos de Caruaru, no Agreste de Pernambuco, traz as obras genuínas dos artesãos do Alto do Moura. Fruto do barro, a cerâmica denota o cotidiano da luta, os causos e folguedos. Em exposição, mais do que as peças nascidas da terra batida. Das aquarelas, surgem as cores da resistência, os traços de uma arte simples, a cara de uma nação. Na música, as rimas inconfundíveis do rei do baião, Luiz Gonzaga, cantam as verdades do chão rachado. E em 2.300 peças, se revela a história do Nordeste.
Estudantes aprendem mais sobre a diversidade cultural nordestina e se tornam especiais para a diretora Regina Oliveira Foto: Edvaldo Rodrigues/DP/D.A Press
Fundado em 1988, o Museu do Barro expõe em cinco ambientes obras de ceramistas do Alto do Moura e do Mestre Vitalino, considerado a maior expressão de arte popular brasileira. Em uma das salas,a Coleção Abelardo Rodrigues mostra mais do que a cultura tipicamente pernambucana, obras de cerâmica de artistas de outros estados, como Ceará e Bahia, compõem o cenário repleto de técnicas e estilos diferentes para a mesma realidade. Cada peça mostra bem mais do que representa. Nos detalhes se escondem verdades e histórias que marcaram uma época. Um exemplo é o anjo cangaceiro de barro feito por Mestre Vitalino para ser entregue ao papa João Paulo II através de dom Helder Câmara. O presente foi considerado uma afronta pela Igreja Católica que tentou impedir a escultura de chegar ao Vaticano, mas, ainda assim, foi entregue e muito bem recebida. Hoje uma réplica no museu lembra o acontecido. Para os visitantes, o passeio é mais do que uma simples visita a antiguidades, é o descobrir das raízes. "É o resgate da nossa história. Sentimos necessidades de conhecer mais sobre nós mesmos e de mostrar isso para as futuras gerações", salientou Terezinha Souza, 40, diretora do Centro Educacional Paulo Freire.
Em outroambiente, na Pinacoteca Luísa Cavalcanti Maciel, que este ano completa cinco décadas de carreira, uma exposição fixa do trabalho da artista caruaruense explica os motivos pelo qual a pintora é considerada referência nas artes plásticas. Além disso, uma outra sala conta ainda com exposições temporárias e oficinas de atividades educativas com rotatividade bimestral. No espaço dedicado a Luiz Gonzaga, fotografias, documentos, troféus, roupas, discos e instrumentos enchem de música uma das salas sobre o ícone da música regional. Outras duas salas são dedicadas aos festejos juninos da capital do forró, à devoção aos santos padroeiros da época. E em uma área anexa, o Espaço Elba Ramalho traz adereços de shows, discos e objetos da trajetória artística da cantora. Diariamente, instituições de ensino fazem excursões ao museu para que os alunos possam desvendar os segredos da cultura popular e conhecer as obras dos conterrâneos. "É a primeira vez que eu venho aqui. Gostei muito de tudo, principalmente das fotos do baião. Achei muito bonita a parte de Luiz Gonzaga", comentou Amanda Maria da Silva, de apenas 8 anos, estudante da 3ª série.
O Museu do Barro é mantido pela Prefeitura Municipal de Caruaru através da Fundação de Cultura e do governo do estado. De acordo com a diretora Regina Lúcia de Oliveira, a manutenção do espaço faz parte de uma missão maior. "O museu é parte de um processo educativo para deixar a cultura sempre viva".
Serviço
Museu do Barro
Funcionamento: Terça a sábado, das 8h às 17h e aos domingos, das 9h às13h
Ingresso: R$ 1 (inteira) e R$ 0,50 (meia)
Adaíra Sene
diariodepernambuco.com.br

O site do Pavilhão das Culturas Brasileiras já está disponível.
Confira em








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PODE CRER, É VERDADE! - 27-10-10

Coisas que ao vermos dizemos: Caralho!


Para vender casa inglês torce por guerra nuclear

Uma casa previnida vale por duas? Segundo este inglês meio paranóico, vale - ao menos no preço.
Enquanto a gente pensa em fazer uma cabaninha ou uma casa na árvore, Mike Thomas, de 56 anos, fez um abrigo antibomba.
É que em 1985, quando os temores de um ataque nuclear da Rússia estavam no auge, ele teve medo e construiu o cômodo em baixo da cozinha.
Thomas constriu o abrigo privado mais forte da Inglaterra - ele pode aguentar uma explosão algumas vezes mais forte do que a que atingiu o Hiroshima na Segunda Guerra Mundial.
Agora ele está vendendo a “casinha” por R$ 932 mil (350 mil libras).
O esconderijo possui paredes de concreto de 80 cm de espessura, seis beliches, comida e água para sustentar uma família por cerca de um mês.
Foram seis meses para construir o local, com a ajuda de um engenheiro civil que trabalhou na construção de outros abrigos para o Ministério da Defesa. Além de todo o trabalho, o projeto custou aproximadamente R$ 533 mil (200 mil libras). Mas, para Thomas, vale a pena.
- Quem sabe o que vai acontecer no futuro? Eu não me surpreenderia caso aconteça um ataque nos próximos 15 anos.
Conta Outra

Veja o Censo demográfico do Rio de Janeiro em 1808, logo que a Família Real Portuguesa chegou ao Brasil
As estatísticas sobre a população do Rio de Janeiro em 1808 foram feitas por um comerciante inglês, chamado Jonh Luccock, que chegou ao Brasil em junho do mesmo ano, poucos meses, portanto, depois que a corte portuguesa veio para a capital brasileira.
Em 1820, na Inglaterra, o pesquisador publicou um livro narrando o que ele testemunhou no Brasil. Foram 10 anos de experiência no país, em cujo período ele percorreu os estados de São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Bahia e Rio de Janeiro (onde morava).
Eis alguns dos dados estimados pelo inglês sobre a população do Rio de Janeiro em 1808:
• 16.000 estrangeiros, 1.000 funcionários públicos, 700 padres, 500 advogados;
• 200 profissionais praticantes da medicina;
• 300 pescadores, 1.000 soldados de linha, 1.000 marinheiros do porto;
• 4.000 caixeiros, aprendizes e criados de lojas;
• 1.250 mecânicos, 12.000 escravos, 4.000 mulheres chefes de família;
Calculou ainda que o Rio de Janeiro tinha aproximadamente 4.000 residências, o que daria uma média de 15 pessoas por casa.
Outro dado interessante é o número de padres e de advogados. Geralmente uma cidade com 60.000 habitantes (nos dias atuais) tem 1 padre e algumas dezenas de advogados.

Mulher presa por assaltar o próprio marido
Ameaçou-o com uma arma e disse-lhe «dá-me o dinheiro ou mato-te»
Stephanie Fall foi presa no domingo em Cincinnati, Ohio, EUA, por assaltar o próprio marido com uma arma.
De acordo com a emissora local WKRC-TV, a mulher terá dito ao marido «dá-me o dinheiro ou mato-te».
O marido de Stephanie Fall não ficou ferido.
A mulher de 32 anos está presa em Hamilton County. Enfrenta uma acusação de roubo agravado. Não está claro se o homem entregou o dinheiro à mulher.
Portugal Diário






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HÁ! HÁ! HÁ! RI, DE QUE? - 27-10-10

Um sujeito entra num bar com um macaquinho no ombro, senta em frente ao balcão e pede uma cerveja.
Nisso, o macaco salta do ombro dele e começa a rodar pelas mesas, pegando amendoim, batata frita, salgadinhos e mandando pra dentro.
O dono do macaco,vendo que o cara do bar está meio irritado, diz que tudo que o macaco comer ou estragar é só por na conta que ele paga.
Nisso, o macaco vai para a mesa de sinuca, olha a bola sete, cheira e engole! O dono do bar impressionado fala para o dono do bicho:
- Você viu o que o seu macaco fez?
- Não, o que foi?
- Ele comeu a bola de sinuca!
- Ele é assim mesmo, come tudo que vê pela frente. Bota na minha conta!
O cara pagou e foi embora.
Dois dias depois, ele volta com o macaco e o bicho começa tudo de novo. Mexe em tudo e acha um prato de azeitonas. Pega uma, olha, cheira e enfia no anus! Tira de lá e come!
O dono do bar, impressionado, fala pro cara:
- Rapaz, o seu macaco enfiou a azeitona no trazeiro, depois tirou e comeu!
E o dono:
- Ah, ele ficou assim depois que engoliu a bola de sinuca! Não come nada sem medir antes…













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